Que sorte! Aliás não se trata de sorte e sim de força de vontade, objetivos!
É isso que fez a moradora de rua Adriana, no Rio de Janeiro ser especial, ter sorte. Ela não desanimou diante das circunstâncias... Ao invés de se entregar a malandragem e as drogas, Adriana fez a diferença...
Hoje assistindo ao programa da Rede Record, impressionou-me esta reportagem.
Adriana é uma moça que saiu de sua cidade em Minas Gerais para se aventurar no Rio de Janeiro. Por infelicidade e por circunstância que desconhecemos Adriana foi parar na rua. Quiçá por instinto de proteção Adriana procurou dormir próximo ao Corpo de Bombeiros onde ficou conhecida por ser uma moça esforçada, gostar muito de leitura e saber até falar inglês. Os bombeiros a ajudaram em sua jornada na rua. E ela com a ajuda do destino encontrou um abrigo onde pôde ficar com mais segurança e assim, entregar-se ao que mais gostava de fazer: LER.
Adriana teve seu esforço reconhecido quando ao prestar um concurso para o I.B.G.E. foi aprovada em décimo primeiro lugar. Agora ela tem mais objetivos. Ela quer continuar prestando concursos e encontrar um lugar melhor para morar.
Com certeza, com tanto esforço ela conseguirá ser aprovada em mais concursos e o seu bem-estar irá melhorar quando ela tiver em mãos seu primeiro pagamento.
Torcemos muito por Adriana e por todas essas pessoas que descobrem que o importante é não desanimar. Devemos todos lutar onde quer que estejamos, pois assim, demonstramos boa vontade, fazendo com que as pessoas sintam prazer em estender as mãos.
Por isso seja educado quando se deparar com um morador de rua. Ele também é gente como a gente.
Converse, interesse-se por sua situação. Há muitas Adrianas vagando por aí, precisando apenas de um empurrão.

Um comentário:
A maioria dos moradores de rua não têm a mesma sorte, nem tão pouco o mesmo estímulo que a Adriana.
Nós vemos por este exemplo que tem muitos perdidos por aí... E vemos também que muitos se encontram passando por uma experiência como esta.
Agora torcer para que todos se encontrem e saiam dessas ruas tão frias e solitárias!
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